Significa, para mim, uma beleza reconstruída, que veio à tona, depois de uma catástrofe. Testemunha de um tempo de antigas grandezas, hoje em ruínas. Congelada.
Misteriosa, inspiradora. Recriar o passado de fragmentos, entender. Apreender o cotidiano, a impermanência e a imortalidade frágil das pedras.
Foto: Mosaico em um triclinium, em Herculanum
Um comentário:
A beleza dos fragmentos... daquilo que nunca está pronto!
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